BLOG
Um blogue[1][2][3] (em inglês: blog) (contração dos termos em inglês web e log, "diário da rede") é um sítio eletrónico cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, postagens ou publicações. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.




Artigo é a palavra que se antepõe ao substantivo com a intenção de particularizar ou indefinir o nome. Como classe gramatical, possui reduzido valor semântico demonstrativo por ter uma função delimitada na língua portuguesa, exercendo o papel de adjunto dos substantivos. Pode ser classificado como definido ou indefinido.
Apesar de possuir função delimitada, o artigo pode provocar diferenças significativas de sentido em uma frase.
A psicanálise é a área de investigação da mente humana. Sob os seus domínios estão diversos tipos de tratamentos de saúde clínica.
A origem da psicanálise se dá no século XIX a partir dos estudos da psique humana pelo médico Sigmund Freud, em 1881, quando ainda trabalhava no Hospital Geral de Viena.
Segundo Freud, a psicanálise seria a “profissão de pessoas leigas que curam almas”. No sentido científico da palavra, “alma” seria o equivalente a “mente” ou “inteligência”, atribuindo esse valor à condição das patologias que atingem e afligem muitas pessoas no mundo.
O principal objetivo da psicanálise é a interpretação de suas representações mentais, como sonhos, desejos, pensamentos e lembranças. É a partir desta abordagem que o psicanalista visa entrar em contato com o subconsciente e oferecer ao paciente a possibilidade de autocura, afirmam os psicólogos.
Desta forma, a ação consciente do psicanalista é o de fornecer as chaves para a psique do paciente, como se fosse um espelho




Significado de Artigo
substantivo masculino[Jurídico] Divisão ou subdivisão numerada que compõe um documento, uma constituição, uma lei etc: uma Constituição pode possuir muitos artigos.[Jornalismo] Texto narrativo, descritivo ou argumentativo; matéria divulgada em jornais, meios comunicativos, revistas etc: alguns jornais publicam artigos de opinião.Num texto, o que se quer realçar, destacar.Aquilo que pode ser comercializado, produto ou mercadoria: loja de artigos de luxo, artigos para presente etc.[Gramática] Termo que, normalmente, antecede um substantivo, nome, determinando-o ou indeterminando-o; concorda com o mesmo em gênero e número; classificam-se, por isso, em: artigos definidos ou artigos indefinidos.
Brechó João Joyce





Artigo definido. Gramática. Que possui a função ou capacidade de identificar algo ou alguém e, para tal, pressupõe-se conhecimento sobre o que se fala, sobre o assunto em questão; são artigos definidos - o, a, os, as: preciso que você me devolva o livro.Artigo indefinido. Gramática. Que denota imprecisão; que indetermina algo ou alguém; cujo assunto não é do conhecimento do ouvinte ou do leitor; são artigos indefinidos - um, uma, uns, umas: preciso que você me empreste um livro qualquer.Artigo de fundo. Jornalismo. Designação de editorial.Em artigo de morte. Que está à beira da morte.Etimologia (origem da palavra artigo). Do latim articulus.i.
James Augustine[1] Aloysius Joyce (2 February 1882 – 13 January 1941) was an Irish novelist, short story writer, poet, teacher, and literary critic. He contributed to the modernist avant-garde movement and is regarded as one of the most influential and important writers of the 20th century. Joyce is best known for Ulysses (1922), a landmark work in which the episodes of Homer's Odyssey are paralleled in a variety of literary styles, most famously stream of consciousness. Other well-known works are the short-story collection Dubliners (1914), and the novels A Portrait of the Artist as a Young Man (1916) and Finnegans Wake (1939). His other writings include three books of poetry, a play, his published letters and occasional journalism.
Joyce was born in Dublin into a middle-class family. A brilliant student, he briefly attended the Christian Brothers-run O'Connell School before excelling at the Jesuit schools Clongowes and Belvedere, despite the chaotic family life imposed by his father's unpredictable finances. He went on to attend University College Dublin.
In 1904, in his early twenties, Joyce emigrated to continental Europe with his partner (and later wife) Nora Barnacle. They lived in Trieste, Paris, and Zürich. Although most of his adult life was spent abroad, Joyce's fictional universe centres on Dublin and is populated largely by characters who closely resemble family members, enemies and friends from his time there. Ulysses in particular is set with precision in the streets and alleyways of the city. Shortly after the publication of Ulysses, he elucidated this preoccupation somewhat, saying, "For myself, I always write about Dublin, because if I can get to the heart of Dublin I can get to the heart of all the cities of the world. In the particular is contained the universal."
James Augustine[1] Aloysius Joyce (2 February 1882 – 13 January 1941) was an Irish novelist, short story writer, poet, teacher, and literary critic. He contributed to the modernist avant-garde movement and is regarded as one of the most influential and important writers of the 20th century. Joyce is best known for Ulysses (1922), a landmark work in which the episodes of Homer's Odyssey are paralleled in a variety of literary styles, most famously stream of consciousness. Other well-known works are the short-story collection Dubliners (1914), and the novels A Portrait of the Artist as a Young Man (1916) and Finnegans Wake (1939). His other writings include three books of poetry, a play, his published letters and occasional journalism.
Joyce was born in Dublin into a middle-class family. A brilliant student, he briefly attended the Christian Brothers-run O'Connell School before excelling at the Jesuit schools Clongowes and Belvedere, despite the chaotic family life imposed by his father's unpredictable finances. He went on to attend University College Dublin.
In 1904, in his early twenties, Joyce emigrated to continental Europe with his partner (and later wife) Nora Barnacle. They lived in Trieste, Paris, and Zürich. Although most of his adult life was spent abroad, Joyce's fictional universe centres on Dublin and is populated largely by characters who closely resemble family members, enemies and friends from his time there. Ulysses in particular is set with precision in the streets and alleyways of the city. Shortly after the publication of Ulysses, he elucidated this preoccupation somewhat, saying, "For myself, I always write about Dublin, because if I can get to the heart of Dublin I can get to the heart of all the cities of the world. In the particular is contained the universal."
Lacan leiloado
Escrito por Redação, 02:25 / 30 de Julho de 2006.
Jean-Michel Vappereau era um jovem matemático francês quando conheceu o já consagrado psicanalista Jacques Lacan nos anos 70. A psicanálise, como se sabe, é estudada em três níveis: como método de investigação para descobrir o significado inconsciente das palavras, ações, sonhos e fantasias; como método psicoterápico que cuida da interpretação controlada da resistência, da transferência e do desejo; e ainda como um conjunto de teorias psicológicas que sistematizam os dados introduzidos pela investigação e pelo tratamento.
Pois bem, Lacan e Vappereau resolveram estudar juntos e teorizaram sobre conceitos matemáticos e a sua aplicação na arte de curar pessoas. Vappereau virou psicanalista, mas Lacan não se tornou matemático, embora tenha procurado explicar sua teoria, herdeira de Freud, em símbolos, desenhos e conceitos matemáticos. Precavido, Vappereau guardou desenhos, cálculos e manuscritos de Lacan.
Agora, em Paris, certamente precisado de dinheiro, Vappereau autorizou um leilão desse material e faturou bem. Assim, Lacan, depois de morto, é a redenção da família de Vappereau, tal como aconteceu com os manuscritos de Sigmund Freud. A filha de Lacan, Judith (casada com o também psicanalista e executor-testamenteiro de seu pai, Jacques-Alain Miller), nada revelou sobre o que pensou do leilão, mas parece não ter gostado.
A Artcurial, realizadora do leilão em 30 de junho passado, segundo Leneide Duarte-Flon, esperava que psicanalistas ou familiares dessem lances, mas foram colecionadores os que arremataram e não os seguidores do célebre psicanalista francês. O leiloeiro Olivier Devers, ao final do leilão, disse que ´os psicanalistas são pão-duro, não gostam de gastar o dinheiro que ganham, nem mesmo quando se trata de Lacan´. Dessa forma, o afamado consultório de Lacan em Paris, na rua de Lille, que hoje pertence ao casal Judith-Jacques Alain, ficará privado desse material.
Elisabeth Roudinesco, que escreve a história da psicanálise, esteve presente ao leilão e disse que ´é normal que os manuscritos e desenhos de Jacques Lacan entrem no mercado. Os preços foram razoáveis, afinal é a primeira vez que Lacan é cotado´. Como se deduz, teremos outros leilões e, para não fugir à regra das celebridades, Lacan valerá mais morto do que vivo.
Cronista




